Volante - dispositivo em forma de roda que controla a direção do deslocamento.
Um dispositivo em forma de roda para direcionar um automóvel, navio ou aeronave. Sua função é converter a força exercida pelo motorista na borda do disco de direção em torque e, em seguida, transmiti-lo ao eixo de direção.
Os primeiros carros utilizavam um volante para controlar a direção. A forte vibração gerada pelo carro era transmitida ao motorista, dificultando o controle da direção. Com a instalação do motor na parte dianteira do carro, devido ao aumento de peso, o motorista não conseguia mais usar o volante para dirigir. Surgiu então um novo design de volante, que introduziu um sistema de engrenagens flexível entre o motorista e as rodas, proporcionando um bom isolamento da forte vibração da estrada. Além disso, um bom sistema de direção também proporciona ao motorista uma maior sensação de contato com a estrada.
função
O volante geralmente é conectado à coluna de direção por meio de estrias, e sua função é converter a força exercida pelo motorista na borda do disco de direção em torque, que é então transmitido à coluna de direção. Ao dirigir com um volante de diâmetro maior, o motorista precisa exercer menos força com as mãos. A coluna de direção, como conexão entre a caixa de direção e o volante, contribui para a universalidade da caixa de direção, compensa erros gerados durante a fabricação e a instalação, e torna a instalação da caixa de direção e do disco de direção no veículo mais adequada.
Diagnóstico de falhas
Dirigindo a uma velocidade de 15 quilômetros por hora em uma estrada relativamente aberta, gire o volante para a esquerda e para a direita para verificar se ele é flexível, se não oferece resistência e se o veículo tende a sair da trajetória ideal.
emergência
A chamada situação de emergência refere-se à situação em que o volante está fora de controle ou não é possível controlá-lo, ou seja, quando o motorista está ao volante e as rodas dianteiras não se movem, o volante não volta a funcionar.
A perda de controle da direção pode ser causada por excesso de velocidade, fadiga, pista escorregadia devido à chuva ou neve, más condições, etc. Às vezes, peças do mecanismo de direção se soltam, danificam ou travam, o que também pode fazer com que a direção perca o controle repentinamente.
A maneira correta de lidar com a direção descontrolada do vapor é:
1. O condutor não deve entrar em pânico, deve soltar imediatamente o pedal do acelerador suavemente, de modo que o veículo motorizado, em condução a baixa velocidade, puxe o travão de mão de forma uniforme e firme;
2. Se a velocidade diminuir significativamente, pise no freio de pé para que o veículo pare gradualmente. Se o veículo estiver em alta velocidade, especialmente quando as rodas dianteiras e traseiras não estiverem alinhadas, use primeiro o freio de mão para reduzir a velocidade e, em seguida, pise no freio de estacionamento.
3. Nesse momento, sinalize também para outros veículos e pedestres as situações de emergência, como acender as luzes de emergência, buzinar, fazer gestos, etc. A frenagem de emergência não deve ser acionada imediatamente para evitar capotamento.
4. Além disso, não é possível deslizar ou pisar na embreagem, de modo que não se consiga usar o motor para conter a potência e reduzir a velocidade.
5. Para veículos equipados com direção hidráulica, caso o motorista perceba repentinamente que a direção está difícil ou que o motor desligue subitamente, ele ainda poderá manobrar, mas a operação será muito trabalhosa. Nesse caso, é necessário reagir com calma e dirigir com cuidado.
Falha comum
Problema 1. O volante está travado.
O volante não gira, a chave não gira, o que está acontecendo? Muitos proprietários de veículos novos já se depararam com esse problema. Na verdade, a razão é muito simples: após o veículo ser desligado, o volante trava automaticamente, uma função antifurto básica. Essa situação não ocorre sempre que se liga o carro; geralmente, após girar a chave para dar partida, o volante destrava automaticamente, algo que muitos proprietários desconhecem. No entanto, às vezes o volante fica inclinado quando o carro está estacionado, e essa inclinação serve apenas para girar a chave na ignição, sem destravá-lo. Nesse caso, o proprietário deve girar a chave suavemente com a mão direita e o volante suavemente com a mão esquerda, e o volante destravará naturalmente.
Defeito 2: o volante está arranhado.
Primeiramente, remova impurezas e ferrugem. A pintura deve ser aplicada em pequenas camadas, uma fina, deixe secar completamente e, em seguida, aplique a segunda camada, até que a pintura ao redor esteja nivelada. Após o reparo, aguarde um dia para que a tinta endureça completamente antes de aplicar a cera. Existe um truque muito simples e eficaz para reparar pequenos arranhões: preencha-os com pasta de dente. Isso é especialmente útil se o seu carro for branco. Aplique uma pequena quantidade de pasta de dente sobre o arranhão superficial e use um pano de algodão macio para esfregar em movimentos circulares no sentido anti-horário. Isso não só reduz a marca do arranhão, como também evita danos à pintura causados pela ação do ar a longo prazo. Se os arranhões na lataria forem profundos e a área afetada for grande, você deve procurar uma oficina especializada.
Problema 3. O volante vibra.
Quando a velocidade de condução se situa entre 80 e 90 quilómetros por hora, o volante vibra, e acima de 90 quilómetros por hora, a situação geralmente é causada por deformação dos pneus ou pelo sistema de transmissão do veículo. É necessário verificar o ângulo de posicionamento da roda dianteira e do eixo dianteiro para garantir que cumprem os requisitos; caso contrário, deve ser feito o ajuste. Em seguida, teste o eixo dianteiro, verifique o equilíbrio estático da roda e se a deformação do pneu é excessiva; caso contrário, deve ser substituído.
Vibração no volante
A vibração do volante é uma das falhas mais comuns em veículos durante a condução diária, especialmente quando o veículo atinge entre 50.000 e 70.000 quilômetros rodados. A vibração do volante e a ressonância da carroceria podem levar a uma condução insegura. A seguir, apresentamos alguns casos comuns de vibração do volante e métodos para solucioná-la:
1. Quando o carro está a uma velocidade entre 80 km/h e 90 km/h, o volante treme e a velocidade ultrapassa os 90 km/h.
Na maioria dos casos, esse problema é causado por deformação dos pneus ou pelo sistema de transmissão do veículo. É necessário verificar o ângulo de posicionamento da roda dianteira e do eixo dianteiro para garantir que atendam aos requisitos; desalinhamentos, por exemplo, devem ser ajustados. Em seguida, teste a roda no eixo dianteiro, verifique o balanceamento estático e se a deformação do pneu é excessiva; caso esteja deformada, o pneu deve ser substituído.
2. O veículo comporta-se normalmente em estrada plana, mas quando encontra buracos na estrada, o volante treme.
Isso ocorre porque, quando o carro está em movimento, devido ao afrouxamento da cabeça esférica da barra de direção ou da bucha de borracha na junta, e o pneu se torna irregular devido ao desgaste, ele deve ser levado a uma oficina especializada para verificação e substituição das peças danificadas.
3. Quando a velocidade do veículo é de 30 a 40 quilômetros por hora, o corpo sente uma vibração, como se estivesse em um navio.
Essa situação ocorre principalmente porque o pneu, devido ao uso diário, ao atrito, a colisões ou ao desgaste natural, entre outros fatores, sofre deformação, sendo a substituição uma solução viável.
4. Ao dirigir em alta velocidade, o volante vibra ao pisar repentinamente no freio.
Em geral, força de frenagem excessiva e frequência excessiva podem levar ao superaquecimento do disco e das pastilhas de freio, deformação a frio e vibração do volante. Normalmente, após a substituição do disco e das pastilhas de freio, os sintomas são resolvidos.
5. A ressonância corporal ocorre em alta velocidade.
A causa mais comum é o eixo de transmissão estar deformado ou a conexão transversal do eixo de transmissão estar solta, além da falta de lubrificação e da consequente corrosão. Como essas peças ficam sob a carroceria, a manutenção é frequentemente negligenciada. Portanto, sempre que realizar a manutenção, certifique-se de que o profissional que estiver trabalhando no local possa aplicar graxa lubrificante.
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